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terça-feira, 6 de abril de 2010

Mário Soares, um charlatão político!

Soares, que amiúde se arma em pai da Pátria, mente hoje, com o descaramento com que construiu a carreira política, nas páginas do diário do sistema, DN de seu nome. Afirma o sujeito que o PCP é apenas um partido radical de protesto.
Coitado, mente com todos os dentes que já teve na boca suja de tanta mentira proferir. Ele sabe bem, mas dá-lhe jeito fazer que não, que o PCP não apenas critica o sistema miserável que nos destrói a vida, como apresenta soluções que, se realizadas, permitiriam tornar muito melhor a vida dos portugueses.
Enojado li a entrevista, por esperar que o fulano, cuja ascensão política foi propulsionada por Carlucci e CIA, nos explicasse por que razão ele e a família estão em todas. De tal forma que foi a senhora sua esposa a madrinha dos submarinos que tanta investigação policial provocaram.
Claro que o biltre nem aflora a questão. Do que trata é de fazer a apologia de Sócrates, o putativo engenheiro que, justiça seja feita, pelo menos conseguiu igualar o mestre na arte da sujeira mais abjeta.
Que dois execráveis patifes!

sábado, 22 de agosto de 2009

Contra os ladrões

Entre os ladrões encartados, avultam em Portugal os bancos e as seguradoras. Actualmente, agem concertados em inúmeros negócios, com o intuito de aprisionar, nas suas malhas grossas e apertadas, a generalidade dos que recorrem aos seus serviços.
No âmbito do crédito à habitação, provocam desgraças irremediáveis, como a expulsão criminosa de cerca de 200 000 famílias dos lares cujas prestações foram incapazes de suportar.
Se Sócrates não fosse o reconhecido vigarista político que nos habituámos a desprezar, há muito teria determinado a imposição de limites ao apetite voraz de tais gatunos, estabelecendo - em obediência ao preceito constitucional de que o Estado deve proporcionar a cada cidadão uma habitação condigna - a fixação de taxas de juro suportáveis e eliminando os spreads.
Por outro lado, decretaria uma moratória no pagamento das prestações bancárias de todos quantos se vissem na situação de desemprego involuntário, ou atingidos por doenças incapacitantes. E determinaria que as verbas que as famílias gastam na saúde, na educação dos filhos, na alimentação, nos transportes, na água, luz, telefone e internet, entre outras, seriam dedutíveis, na íntegra, no rendimento colectável para efeitos de IRS.
Acontece, porém, que Sócrates só é socialista de nome. Aquilo que valoriza são números, sobretudo e na medida em que estes traduzam a melhoria da política neoliberal que pratica.
Estamos, assim, à mercê de um Estado ladrão: além de nos furtar quantias elevadíssimas para coisas de que nunca disfrutamos, impõe-nos impostos que servem apenas para financiar as actividades especulativas e pagar os salários milionários dos vigaristas que, à vez, partilham as mordomias do poder.
Ora, perante um Estado ladrão, o que apetece é ter direito a 100 anos de perdão!