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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Mais uma grande Festa do Avante!


Quem foi à Festa, descobriu um país diferente. Construída com a abnegação dos militantes comunistas e de muitos amigos do PCP, a Festa é um espaço de amizade alegria, determinação, fraternidade e luta como não há igual. Durante três dias é possível sentir que o projecto do PCP para Portugal é, além de profundamente humanista, a comprovação de que outro caminho é possível.
Um caminho soberano, digno, independente. Um percurso que recusa o fatalismo a que os colaboracionistas da troika, ps/psd e cds nos querem condenar. Um projecto que mostra, a quem quiser ver sem preconceitos, que Portugal tem futuro e tem gente capaz de o transformar no país livre que Abril anunciou.
Da Cultura ao Desporto, da Política ao Lazer, da Resistência à Luta, não há área sobre a qual os comunista portugueses não possuam reflexão e propostas inovadoras. Visita-se a Atalaia e é impossível não ficar enojado com as patranhas que nos impingem sobre os comunistas. Gente da melhor, digna e corajosa, profundamente solidária, com memória, os comunistas portugueses são hoje a melhor garantia de que Portugal pode contar com milhares de seres humanos dispostos a garantir a sua independência e a construir o seu futuro como pátria livre e igual a outras nações.
Por isso são tão difamados. A burguesia lusitana é hoje a herdeira da nobreza fundiária que em diversos momentos da nossa História se dispôs a vender a pátria para conservar mordomias e benesses.
Saí da Atalaia revigorado.  A luta continua. Com o PCP cada vez mais prestigiado.

domingo, 6 de setembro de 2009

TSF, a telefonia sem faro e sem vergonha

A TSF, que gosta de se apresentar como órgão de comunicação social de referência, em dia de encerramento da maior e mais diversificada festa que alguma vez se realizou em Portugal, a Festa do Avante!, preferiu destacar, como algo verdadeiramente importante para os portugueses, o pedido de desculpas apresentado pelo ps a Carlos Pimenta, por utilização indevida de um vídeo em que este aparecia como orador.

Só depois do debate entre Louçã e Ferreira Leite surgiu a Festa do Avante e a intervenção que o secretário-geral do PCP - Jerónimo de Sousa - proferiu no comício de encerramento. Mas a desonestidade do jornalista foi tão grande, que se limitou a passar o som ambiente, surgindo a voz de Jerónimo quase imperceptível, quando podia, a exemplo do que fizeram outros colegas seus, ter recolhido a intervenção do líder comunista directamente e em óptimas condições técnicas.

É também assim que se desenvolve a censura em Portugal.