terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

CHAMEM A POLÍCIA

Jornal de Notícias 2009-01-30




"A moral da história

João Pedroso teve os seus 15 minutos de glória mediática no processo Casa Pia ao lado do irmão Paulo, colega da ministra da Educação no ISCTE. Pelos vistos tomou-lhe o gosto, e volta agora à ribalta depois de contratar e cobrar por duas vezes o mesmo serviço ao Ministério da ministra. Tratava-se de fazer um apanhado das leis sobre Educação, coisa complicada de mais para os juristas do Ministério. Da primeira vez, cobrou e não fez o trabalho.
O Ministério, magnânimo (afinal o dinheiro não é seu, é dos contribuintes), encomendou-lho… de novo. E de novo lho pagou. E Pedroso de novo o não concluiu. Aí, o Ministério, em vez de, como é normal, lhe encomendar e pagar o serviço uma terceira vez, decidiu enfim rescindir o contrato. Só que Pedroso já embolsara 287 980 euros.
Devolveu-os? Não. Devolverá… metade. A prestações. Entretanto, a Universidade de Coimbra lembrou-se de repente de que Pedroso tinha subscrito consigo um contrato (outro) de exclusividade… Está em curso o usual inquérito, mas não há-de ser nada. Histórias destas, em Portugal, acabam sempre bem, com o herói a casar com a rapariga."
Comentário breve: o vital moreira, o augusto santos silva, o antónio vitorino e quejandos, não hão-de encontrar dificuldade em justificar mais este "roubo" socialista aos portugueses, seguramente ancorados nos mais elevados princípios do Estado Democrático.
Por mim, que sou boçal e atrasado, só me ocorre, recorrente, uma ideia: esta cambada transformou a pátria numa coutada de alguns filiados no ps e no reino do vale tudo. E ainda há quem se surpreenda com o Freeport...

A TÍTULO DE CURIOSIDADE

Correio da Manhã

21 Março 2007

Roménia - Negócio lucrativo
Empresa vende álibis para escapadelas

Uma empresa romena descobriu um lucrativo nicho de mercado até agora inexplorado: a criação de álibis falsos para homens que pretendam dar uma ‘escapadela’ de alguns dias com a amante.

A brilhante ideia foi de Piero Lombardo, um italiano radicado há 11 anos na Roménia. Tudo começou quando um amigo que tinha passado uns dias em Bucareste lhe confessou que gostava de voltar, mas sem que a esposa soubesse. Lombardo enviou-lhe então um e-mail, fazendo-se passar por um cliente e solicitando a sua presença urgente para a conclusão de um negócio.

Logo ali Lombardo percebeu que tinha encontrado uma ‘mina de ouro’. Em três tempos criou um site (www.babaluTamanho do tipo de letracio.ro) através do qual oferece vários ‘pacotes’ de álibis falsos, criados à medida para cada cliente e devidamente documentados com provas que este pode depois mostrar à esposa, desde o convite para participar num congresso no estrangeiro até aos recibos fictícios de restaurantes e hotéis.

Os preços começam nos 30 euros e vão até aos mil euros para um ‘pacote’ completo, o qual inclui, por exemplo, o certificado de participação num congresso na Estónia, uma caixa de lápis com o monograma do hotel e um pequeno souvenir do local onde supostamente o cliente esteve.

Um dos casos mais memoráveis foi o de um cliente que se ausentou do lar por uns dias para ‘participar numa maratona’ num país estrangeiro. Ao regressar a casa, levava consigo o certificado de participação na prova, uma medalha e recortes de jornais locais afirmando que tinha ficado em terceiro lugar...

Ricardo Ramos com agências

A defesa assente em álibis

Carlos Cruz respondeu ontem à réplica do magistrado João Aibéo: E decidiu fazê-lo, por intermédio do seu advogado, de forma paradigmática: usou exactamente os argumentos que os acusados por crimes similares empregam em todo o mundo.
O traço distintivo foi o tom arrogante e malcriado do causídico que, antes de defender cruz, garantia, a quem o escutava, que o desaparecimento do menor Rui Pedro, cuja mãe patrocinava, se devia à existência da máfia pedófila internacional.
Cruz repetiu pela voz de Sá Fernandes as mesmíssimas ofensas com que ao longo do processo foi anatemizando as vítimas. Da sua imensa pobreza e infelicidade retirou conclusões aviltantes, referiu-lhes perturbações emocionais, decretou-as mentirosas.
À dor que revelaram ao país , resultante das violações reiteradas que sofreram, contrapôs Cruz recibos de portagem , facturas de telemóveis e modo de vida habitual.
Contudo, reconheceu - afinal de contas o Instituto de Medicina Legal foi peremptório - que todas as vítimas foram violadas. Só que os álibis que forjaram dizem que não o foram pelos arguidos presentes em tribunal... Portanto, no douto entendimento de Cruz, as vítimas mentem.
Na verdade, não existe um único violador de crianças que não seja um mentiroso experiente. E todos usam a técnica do logro: uma simpatia inexcedível e uma vida dupla perfeita.
Ora, contra esta verdade, contra o sofrimento das vítimas, não há empresa de álibis que resista.

sábado, 31 de janeiro de 2009

A seita habitual

No coro que sem vergonha tenta, a todo o custo, defender Sócrates, garantindo que o putativo engenheiro nem sequer sabe onde fica Alcochete, emergem personagens conhecidas de outras operações de branqueamento, como Vital Moreira e Augusto Santos Silva.
Quando paulo pedroso foi constituído arguido e detido no Estabelecimento Prisional de Lisboa, ambos tugiram vasto cardápio de argumentos laudatórios e ofenderam as vítimas de abuso sexual, atribuindo o seu imenso sofrimento a uma qualquer cabala.
Pois bem, agora, anos passados, retomam os mesmos argumentos falaciosos e chegam-se ao líder com bajulice indecorosa, repugnante. Esta gente está rica mas putrefacta, sem vergonha, repelente. Podem ver em Vital Moreira o insigne constitucionalista. Eu apenas vislumbro um alquebrado sofista, um mágico de leis ao serviço de todos os sócrates e pedrosos do mundo.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

No tribunal do Monsanto

Aos meus irmãos casapianos


Eles acham que as palavras podem tudo
E deduzem que as poses podem mais
Por isso exibem os sorrisos escarninhos
Ocultando os focinhos animais

Peroram superiores sobre cabalas
Esquemas ardilosos, ilusões
E riem, riem muito, desvairados
Macerando vossos débeis corações

Da verdade não interessa o que se diz
Que aos poderosos tudo é permitido
E rosnam despautérios, imbecis
Que a vossa dor é coisa sem sentido

Ao vê-los pretensiosos e pedantes
grunhindo os álibis habituais
Sei-os culpados de tudo o que fizeram
Hediondos, canalhas, animais

domingo, 25 de janeiro de 2009

Paulo Pedroso Sócrates

O fulano da foto, dizem, vai ser candidato pelo PS à Câmara Municipal de Almada. Pessoalmente, tudo farei para que os eleitores recusem votar na personagem. Mas não podemos esquecer que não é a primeira vez que se submete a sufrágio depois do Processo Casa Pia de Lisboa.
Sócrates, o seu dilecto amigo, teve a pouca vergonha de o candidatar, por Setúbal, ao Parlamento, numa altura em que Pedroso ainda era arguido. Ora quem é capaz de uma atrocidade dessas é capaz de tudo.
Já agora permito-me dar uma sugestão: candidatem, na mesma lista, à presidência da assembleia municipal, o deputado socialista Ricardo Rodrigues. Assim concentra-se a ignomínia num concelho

sábado, 24 de janeiro de 2009

Felizmente, aproxima-se o fim

O povo despreza José Sócrates e apenas as consciências de aluguer que colocou na comunicação social persistem em negar a evidência. Construiram, aliás, a ideia peregrina, para minorar os prejuízos eleitorais, de que perdeu a maioria absoluta mas continua à frente nas sondagens. Os boys temem o líder e não o querem acordar no pantanal denso em que mergulhou o país.
Na verdade, as pessoas desprezam Sócrates. Entre o que prometeu fazer e as ruínas da sua governação decorreu um tempo que sedimentou a repulsa. Sócrates é sinónimo de verbalismo, prepotência e mentira políticas.
Pode lá um tipo destes ser primeiro-ministro de Portugal: não há um único sector em que as coisas corram bem. Prometeu, mundos e fundos, e não cumpriu: a isto chama-se vigarice política da mais básica. Justiça, Saúde, Educação, Cultura, Economia, Trabalho, nada funciona e a destruição dos direitos e a regressão social são uma constante.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Mais uma vitória das vítimas

‘João A.' ganha processo a Pedroso
O Tribunal da Relação de Lisboa indeferiu um recurso de Paulo Pedroso contra ‘João A.', ex-aluno da Casa Pia que envolveu o deputado no processo de pedofilia da Casa Pia. O socialista acusou o jovem de difamação, devido à entrevista dada pelo mesmo à TVI no dia da sua detenção, acusando também Manuela Moura Guedes e José Eduardo Moniz.
Os arguidos não foram pronunciados e Pedroso recorreu para a Relação, que agora confirmou a decisão, considerando mesmo como credíveis as declarações do ex-aluno que garantiu ter sido abusado pelo socialista.

'O arguido apresentou a prova que lhe competia, ou seja, a única de que dispõe: o seu relato, coerente e não desmentido por prova objectiva, dos factos de que foi vítima, depoimento esse que se mostra em grande parte corroborado pela prova pericial', lê-se no acórdão a que o CM teve acesso, datado de 21 de Janeiro.

Os desembargadores concluíram que a entrevista foi conduzida por Moura Guedes com 'cuidado', que era de 'inquestionável interesse público' e que o jovem respondeu 'de forma directa e espontânea'.

Na entrevista em causa, ‘João A.' Referiu conhecer Paulo Pedroso da casa do embaixador Jorge Ritto, onde garante ter sido violado pelo ex-arguido do processo Casa Pia.

Para o advogado do jovem, Alexandre Vieira, a decisão da Relação 'é a confirmação de que ‘João A' nunca mentiu'.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Cuidado com o bandido


Alguns tribunais portugueses fingem desconhecer a verdadeira natureza dos abusadores sexuais de crianças. Por isso, mesmo quando consideram provados os crimes por que foram acusados e levados a julgamento, mesmo quando os bandidos violam inúmeras crianças - como foi o caso do canalha cuja foto se apresenta - libertam-nos, aplicando apenas uma pena suspensa.

Este bandido, a quem o tribunal de Cascais deu autorização para continuar a violar crianças, chama-se JOÃO DIOGO BRAANCAMP de OLIVEIRA SARMENTO PEREIRA, mora em Carcavelos e abusou de dez crianças. Acresce que, como é professor primário vai continuar a ter à sua dispoosição, se não fizermos nada, crianças que os magistrados de cascais consideraram indignas de protecção.

Temos que lutar para que este bandido não possa mais trabalhar com crianças. O Ministério da Educação tem que tomar medidas. E aos magistrados que cometeram a iniquidade de deixar o monstro à solta têm que ser pedidas responsabilidades.