terça-feira, 15 de julho de 2008

Com as FARC, com Manuel Marulanda Vélez, contra o fascismo!


Comunicado del Movimiento Juvenil Bolivariano
ABP/13/06/2008

Donde cantan los tucanes, donde el colosal verde cómplice se derrama sobre la montaña, donde el arado del campesino humilde hace parir la tierra, en el humo de los cañones que lanzan palomas de fuego, donde el sudor brota de la frente del obrero, entre las paginas abiertas de un libro que se sabe explorado por la mirada curiosa del estudiante, en el tropel y la alegría de sentirnos forjadores de patria, en las entrañas de la fértil tierra negra, entre la muchedumbre y las calles del viejo pueblo, en medio de cantos de aves inmortales, embebido en Colombia entera… yace la presencia del Comandante en Jefe.


Invicto en su brega contra el descomunal enemigo, muerto mil veces y mil veces vivo, como hoy, nuestro querido viejo, sigue conduciendo con acierto las columnas de quienes seguimos combatiendo junto a él, con nuevos gritos que reclaman libertad. Habrá que hacer mucho para emular al gran comandante de hombres y mujeres libres, habrá que darlo todo, esta vida y otras más para alcanzar su histórico ejemplo, para rasgar el techo de su talla revolucionaria.


La juventud bolivariana de la Colombia comunera, extiende su juramento hecho ante El Libertador, sobre su imagen guerrillera… vencer y mil veces vencer, es nuestro grito de compromiso que se junta al de miles de farianos que hoy siguen haciendo tronar los fusiles libertarios en honor a su presencia indeleble. Sentimos dolor por su partida física, porque es de humanos sentirlo…porque somos camaradas, pero no habrá silencio ni tristeza prolongada por su ausencia, porque no existe tal. Estuvo y estará por siempre Manuel Marulanda Vélez entre nuestra pólvora y nuestro sencillo amor revolucionario por el pueblo.


Seguirá siendo su ejemplo, su vida inagotable en experiencia combativa, la más diáfana fuente de consejos y orientaciones para triunfar. Han de saber los pueblos de la América Nuestra y sus juventudes, que habrá en este rincón de la Patria Grande, un gran puñado de hombre y mujeres, dispuesto a darlo todo por caminar junto a nuestro pueblo hacia la concreción de la Nueva Colombia y el Socialismo. Será ello nuestros mejores honores rendidos al Comandante en Jefe, al Camarada Manuel. ¡Con Bolívar y Manuel, con el pueblo al poder!


Dirección Nacional Movimiento Juvenil Bolivariano Desde la clandestinidad, Junio 8 de 2008


A CORJA

O governo de Sócrates é uma excrescência, um aglomerado de trapaceiros políticos, uma mentira permanente, uma corja de cobardes de peito inchado contra os trabalhadores, mas subserviente e de cócoras ante o patronato.

Não formam um governo, são um bando. Chusma miserável sempre pronta a rosnar contra os que produzem riqueza. O único propósito que têm é destruir o que resta do que Abril possibilitou. Agora é o direito a férias. Se os deixarem hão-de colocar-nos nas galés.

Que quem elegeu estes dejectos tenha consciência do atoleiro em que nos colocou. Eles não governam, destroem. Não há uma única coisa que tenham feito em prol dos trabalhadores que os elegeram. Com o socialismo na lapela, não passam de malfeitores ao serviço da CIP, da CAP e da CCP.

E claro, da CIA, que os premeia permanentemente desde que apadrinhou o Mário Soares logo em Abril de 1974.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Nicolai Ostrovski

Acabei de reler um dos livros que mais marcou a minha adolescência: Assim Foi Temperado o Aço, de Nicolai Ostrovski. Escrito em 1930, quando o autor tinha 24 anos e estava praticamente cego, o livro mostra bem a têmpera dos comunistas que edificaram a URSS, sob condições terríveis, nomeadamente a invasão criminosa de 24 potências capitalistas que tudo fizeram para que a revolução fracassasse.
A tudo resistiram os comunistas, nomeadamente, os jovens. que perceberam que era no poder soviético que estava o futuro. Considero fundamental o exemplo de abnegação, heroísmo e resistência que Ostrovski encarnou sem um queixume, bem como a crença fundamentada no futuro socialista da humanidade.
Kortchaguine, personagem principal da epopeia, deu tudo, de forma desinteressada pelo ideal que abraçou. Ora essa determinação influenciou e continuará a determinar para a luta, sucessivas gerações de jovens, que identificam hoje no neoliberalismo a besta sanguinária a abater.
Foi muito bom ter relido o livro. Vou dedicar uma prateleira para o colocar ao lado do Francisco, do Caminho das Aves e de tantos outros heróis censurados pelo fascismo actual. Eles são a melhor demonstração de que os coveiros apressados se enganaram. O comunismo não só não morreu como está presente no coração de milhões de seres humanos em todo o mundo.
A luta continua, camarada Ostrovski e podes ter a certeza de que o teu sacrifício não foi em vão. Somos muitos milhões os que estamos dispostos a empunhar a honrada bandeira que nos legaram Marx, Engelx e Lénine.

terça-feira, 17 de junho de 2008

Os vigaristas confessam-se!

Que a generalidade dos dirigentes europeus são vigaristas do pior quilate, já o sabíamos. Não espanta assim o conto do vigário que, a propósito da derrota monumental que sofreram na Irlanda, desfiam em uníssono.
A tentativa é fazer com que acreditemos que o referendo não teve valor vinculativo e que, a exemplo das vigarices que com outros povos fizeram, a seu tempo tudo será corrigido. Quer dizer, os abutres assumem que nem a democracia formal respeitam quando os seus interesses são colocados em causa. Por isso, mal possam, vão fazer com que o não agora expresso se transforme num conveniente sim.
Por mim, fico sempre feliz quando a União se alarga em número de países. Quantos mais povos enganados, maior será a probabilidade de a construção europeia neoliberal implodir. E a cada derrota dos europeístas - vulgo charlatães endinheirados -vibro de felicidade.
A União Europeia é, desde o seu início, um monumental embuste. Criada com o único objectivo de lutar contra o comunismo, desde cedo assentou os seus alicerces na mentira e na chantagem. País e povo que não aceitassem o capitalismo não poderiam ser beneficiados com os milhões que permitiram a reconstrução no pós-guerra.
Desde então, e através do que o charlatão-mor apelidou de "política dos pequenos passos", têm sido servidas gradual e sucessivamente, doses de veneno federalista, que transformando a União numa federação de estados, cumpra o designío dos grandes senhores.
Tudo feito sem que o povo se possa pronunciar. Tudo realizado sob coacção e chantagem. Ainda agora, sob a ressaca do não, os tais europeístas se apressaram a exigir a expulsão do prevaricador do clube europeu.
Cambada de miseráveis.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

A honra de ser comunista


Se alguém alertou, com verdade, para a situação actual foi o PCP. Cumprindo a sua missão, informou com coragem e desde o início, que a integração europeia - esta mesmo que agora sofremos - teria consequências desastrosas, designadamente, a destruição da base produtiva do país.
Na altura, os mários soares de ocasião, chamaram-nos pessimistas e anti-europeus. Se fossem dignos, pediriam agora desculpa. Em 2004, o PCP, pela voz desse grande intelectual revolucionário que se chama Miguel Urbano Rodrigues, previu a escalada brutal dos preços dos combustíveis. Chamaram-lhe catastrofista.

Não há, em matéria de coragem, coerência e honradez, partido que se assemelhe ao PCP. E eu, que neste ano cumpro 25 anos de militância no Partido, sinto-me profundamente orgulhoso. E vaidoso também. Porque contribuí, na medida das minhas possibilidades, para essa obra notável.


As consciências de aluguer ao serviço!

Em épocas de crise, como a que vivemos, torna-se mais claro o trabalho sujo desenvolvido pelas inúmeras consciências de aluguer. Como sucedeu no processo Casa Pia, em que só faltou dizerem que foram as vítimas que violaram os pedófilos, vêm agora defender o governo encabeçado pelo putativo engenheiro sócrates. São exactamente os mesmos escroques: bem pagos, bem nutridos de tachos e influências, tentam a todo o custo evitar que o povo despeje na rua a seita que rouba e destrói o País.
E usam todos o mesmo argumentário pútrido, visando perpetuar a ordem estabelecida. De tudo falam, ominiscientes na arte de prestar vassalagem e pressurossos no dobrar do cachaço. A mesmíssima cambada de suínos perora as verdades imutáveis na generalidade dos órgãos de comunicação social dominante. Pagos uns pelo Balsemão - agora apostado em branquear a imagem do pedófilo preferido - outros pelo Jacques e Belmiro, chafurdam na lama que pretendem vender-nos como farinha.
Por vezes é difícil mantermo-nos lúcidos perante tanto canalha. Mas a luta - que odeiam como a determinação dos que resistem - há-de mostrar-lhes que a caca que produzem é ineficaz contra o futuro. Por mais que o atrase.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

O sócratino zangou-se

Segundo a imprensa, um tal Trindade, alegadamente sindicalista, abandonou a manifestação do passado dia 5, incomodado com a exigência de demissão do governo. E com razão! É inadmissível que 250 mil manifestantes - perdão, 249 999 - possam mais do que um esforçado mas pouco convincente sócretino. E ainda o rapaz não conhece o poema de Brecht. Senão estou certo que berraria a exigência de mudança de povo