segunda-feira, 21 de abril de 2008
Obrigado Mação e Oliveira do Douro
sexta-feira, 4 de abril de 2008
As preocupações do senhor Procurador
terça-feira, 18 de março de 2008
Contra os canalhas!
Carta Aberta ao Senhor Ministro dos Assuntos Parlamentares
António Nogueira de Matos Vilarigues
domingo, 24 de fevereiro de 2008
DEMOCRACIA EXPOSTA

"Curiosa, e por demais significativa, foi a predominância das bandeirinhas norte-americanas nas mãos dos kosovares que diziam (e julgavam) estar a festejar a independência do seu país. Não se trata propriamente de uma novidade, já que situações semelhantes têm ocorrido em todo o mundo ao longo dos anos: o imperialismo norte-americano tem uma vasta experiência em cerimónias deste género – sempre antecedidas de cruéis morticínios à boa maneira do império.
sábado, 19 de janeiro de 2008
Que vergonha!!!!
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
Indemnização?
Sócrates, o finório
José Sócrates é um espertalhão: depois de ontem ter ficado claro que mentiu aos portugueses quando garantiu referendar o novo Tratado Europeu, hoje arranjou forma de colocar um manto pesado sobre o assunto. E nada melhor do que tirar da sacola da banha-de-cobra, a decisão do novo aeroporto. Assim pensará o putativo engenheiro calar a indignação reinante. À mesa do almoço, todos concordavam: o homem é inteligente. Assim não se fala do que não lhe interessa. Cala-se a iniquidade dos aumentos miseráveis das pensões de reforma e a mais recente embrulhada de Alberto Costa, que anuiu vender ao próprio sócio – António Lamego – um imóvel do Estado, por um preço inferior ao que o Ministério da Justiça suportou quando o adquiriu.
Cala-se a monstruosidade do ministro Correia de Campos, dilecto apoiante de Paulo Pedroso, que não descansará enquanto não destruir o Serviço Nacional de Saúde. E a destruição do regime de acesso à Justiça para as pessoas de menores rendimentos, o que, associado ao monstruoso aumentos das taxas e custas judiciais, significa na prática a impossibilidade de recurso aos tribunais para milhares de portugueses.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Uribe, o bonifrate
domingo, 23 de dezembro de 2007
Que Natal?
Nem sei se vale a pena reflectir sobre a evidência: já não há Natal! Tudo não passa de um pretexto – mais um – para o consumismo desenfreado. Gasta-se, em produtos desnecessários, quantias obscenas. Sem olharmos para o lado, não vá o rosto famélico do ser humano, que tanto invocamos em palavras, interpelar-nos as consciências.
A verdade é dura: o desemprego aumenta e a tendência é para que se agrave o martírio. O poder de compra desce para níveis que nos colocam entre os últimos da União Europeia. E, cimeira após cimeira, ao longo do percurso do embuste laboriosamente urdido, somos conduzidos à destruição total da nossa soberania.
O nosso povo tem escolas e hospitais degradantes. Pensões de miséria. O preço dos bens culturais é elevadíssimo. As nossas crianças são negligenciadas, maltratadas, violadas, assassinadas. As “elites” que nos têm desgovernado desde 1975, além de pés de barro são incompetentes, corruptas e ávidas de poder.
A dignidade tem o valor do dinheiro. Tudo se faz por interesse. Queres ganhar um telemóvel ou um carro? Faz o que te mandam e não estrebuches. Vives numa democracia, pá, e entre as plásticas da Lili Caneças e os arrotos boçais de cómicos deprimentes, tens que encontrar a via-sacra da sobrevivência. Cada vez mais precária e mais submissa. Ah, mas podes protestar, desde que o faças a horas certas e de modo politicamente correcto. Porque até o teu protesto já domaram.
Agora, a melhor prenda de Natal do Sócrates e Vieira da Silva: um pacote que vai facilitar os despedimentos.
Olho o mundo e com pouquíssimas excepções, o que vejo é aterrador: por todo o lado o capitalismo provoca miséria e morte. Milhões de seres humanos sacrificados para que enriqueçam os bandalhos.
De modo que para mim não há Natal. Nem festa. E tudo se resumirá ao necessário para não cercear às crianças o direito à imaginação.
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Insolente Sócrates
Acabo de ouvir o senhor José Sócrates na Assembleia da República. Interpelado por Jerónimo de Sousa sobre a dramática situação na educação especial, que afecta crianças deficientes de todo o país, o ainda primeiro-ministro recorreu ao blá-blá do costume para arrancar aplausos boçais aos seus apaniguados.
Na turma do meu filho, no ano passado, um menino surdo esteve meses sem o acompanhamento que a lei estipula. Situação que aliás é comum à generalidade das escolas. Meses em que foi criminosamente privado de escola. E este Sócrates é um insolente tão insensível que se limita a responder com demagogia aos problemas apresentados. Que vergonha.
.jpg)